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Zona norte de Rio Preto é bom negócio

Segunda-Feira, 16 de Julho de 2012

Zona norte de Rio PretoInvestir na região norte de Rio Preto se tornou um bom negócio. O setor é endereço de 30% da população da cidade (120 mil pessoas), tem demanda por serviços e diversos tipos de estabelecimentos comerciais e abriga principalmente consumidores da classe C, que aumentou o seu poder aquisitivo nos últimos cinco anos e se transformou na vedete da economia brasileira. 

Lanchonete, salão de festa, padaria, barzinho, revenda de carros seminovos, loja de artigos infantis, restaurante self service, cartório, estacionamento e farmácia são ideias de estabelecimentos que apresentam boas oportunidades. O investimento vai de R$ 15 mil (lanchonete) a R$ 200 mil (revenda com oito veículos). 


O diretor da distrital norte da Acirp, Denilson César Marzocchi, afirma que há campo para investir, mesmo com a inauguração do Shopping Cidade Norte, em 12 de outubro. O empreendimento custou R$ 120 milhões e terá 110 lojas, além de cinema, Mc Donald’s e Caixa Econômica Federal. 

Somente 23% (3,5 mil) dos 15 mil estabelecimentos de Rio Preto ficam na região norte. “Tem muito dinheiro circulando. A classe C, que consome bastante, é maioria. O morador quer resolver tudo por aqui, sem a necessidade de perder tempo ao se deslocar para o Centro.” 

Para Marzocchi, a presença do shopping pode criar novas oportunidades e nivelar, por cima, o comércio local. “A tendência é de que traga mais competitividade. O consumidor da região norte está exigente. Quer frequentar um ambiente seguro, com boas instalações e preços atrativos.” 

O exemplo é a recepcionista Gleytiane Gonçalves da Costa, 24 anos, que mora e trabalha na localidade. Ela compra quase tudo perto de casa. As exceções são roupas e sapatos, que prefere adquirir no Centro. “É mais barato e tem opção. Com a abertura do shopping, acredito vou resolver tudo aqui mesmo.” 

Os próprios empresários já perceberam essa tendência. Ivaldo Adão de Andrade e Airton Valandro abriram uma churrascaria há oito meses na avenida Mirassolândia, um dos principais polos comerciais. O investimento, de R$ 600 mil, incluiu reforma total do prédio e compra de equipamentos, cadeiras e mesas novas. 

O estabelecimento gerou nove empregos e vende o almoço a R$ 17,90. “A gente fez pesquisa e detectou a necessidade. O público está correspondendo”, afirma Andrade. A mesma postura foi adotada pelas sócias Nayara Potiguara, 25 anos, e Sueli Silva, 32 anos. Há duas semanas, abriram uma loja de bijuterias e acessórios no Vetorasso. 

Gastaram R$ 25 mil. “Procuramos um negócio que não tinha no bairro e que fosse a nossa cara. Estamos satisfeitas”, afirma Sueli. As duas eram donas de um mercado, mas trocaram de segmento de atuação. “Era cansativo. Tinha que trabalhar até no domingo.” O economista e presidente da Cia de Franchising, Marcos Nascimento, afirma que Nayara e Sueli agiram corretamente. Quem pensa em se tornar comerciante deve, em primeiro lugar, buscar uma área que tenha afinidade.

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